Mais de 2.500 garrafas foram apreendidas e nove estabelecimentos interditados; casos suspeitos se espalham por vários estados.
A Polícia Civil de São Paulo investiga a possibilidade de que metanol tenha sido usado na limpeza de garrafas de bebidas alcoólicas. A informação foi confirmada nesta sexta-feira (3) pela Secretaria de Segurança Pública (SSP).

Equipes realizam fiscalizações diárias em bares, adegas e distribuidoras para rastrear bebidas falsificadas. Documentos são checados e produtos suspeitos apreendidos. Nesta semana, mais de 2.500 garrafas foram recolhidas e nove locais interditados, incluindo duas distribuidoras.
A Polícia Federal e o Ministério da Agricultura também fiscalizaram fábricas em MG, SC e SP, coletando amostras para análise.
A Anvisa acionou órgãos internacionais para importar o fomepizol, antídoto contra intoxicação por metanol, que não tem registro no Brasil.
Casos suspeitos seguem sendo registrados em vários estados. Na Bahia, um homem de 56 anos morreu em Feira de Santana. Em Pernambuco, uma mulher passou mal após ingerir vodca adulterada. No Paraná, um homem de 60 anos está internado em estado grave no primeiro caso suspeito de Curitiba.
FONTE: REDAÇÃO BMTV

